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Pandemia fortaleceu soluções criativas para tornar empresas mais competitivas

Locavorismo, vendas de videogames e gamificação são algumas das estratégias que ganharam corpo durante a crise sanitária
Por João Paulo Macena - Savannah Comunicação Corporativa
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A pandemia também trouxe tendências de vendas que deverão ser ainda mais fortalecidas em 2021, principalmente por conta do avanço do e-commerce. As compras online explodiram em 2020 por conta do isolamento social e fez com que muita gente conhecesse a comodidade de comprar sem sair de casa, com poucos cliques e receber a mercadoria com segurança. As micro e pequenas empresas também conseguem se aproveitar do ambiente democrático do e-commerce, já que essa modalidade não exige o aluguel de lojas físicas caras.
Os potenciais clientes dessas empresas são expostos a diversas marcas, preços e níveis de qualidade, o que permite maior poder de escolha. Com esse cenário, as empresas passaram a ampliar os canais de atendimento passando a ter chatbots, chats com colaboradores reais, telefone e WhatsApp, entre outras ferramentas.
Uma das grandes tendências é o aumento da procura por cursos online, forma de aprender e ter mais conhecimento sem sair de casa. Isso faz com que o cliente veja vídeos, tire dúvidas e reveja conteúdos na comodidade do lar. Com profissionais de alta qualidade ministrando as aulas, conteúdo relevante e a possibilidade de firmar sua empresa no mercado, eles se tornam uma ótima opção.
Essa modalidade de curso é interessante tanto para quem aprende quanto para quem domina uma habilidade e quer transmitir seus conhecimentos. Dessa forma, o profissional pode gerar uma nova fonte de renda e contribuir para a capacitação de outras pessoas.
Assinatura de streaming
A pandemia também acelerou o consumo de serviços de streaming, visto que as pessoas passaram mais tempo em casa. Segundo a revista Exame, somente a Netflix conseguiu mais de 15 milhões de assinaturas nos primeiros meses da pandemia. Outras plataformas, como a Amazon Prime, apostaram em preços mais amigáveis em relação aos planos de TV a Cabo e a tendência é de que elas continuem lucrando ainda mais. A chegada do 5G ao Brasil, que deve ocorrer em breve e turbinará a internet móvel, contribuirá para que a conexão aos serviços de streaming seja ainda mais estável.
Essa opção não serve apenas para grandes players. Ela é possível também para quem quer começar o próprio negócio e conta com conteúdo relevante para compartilhar. Desta forma, empreendedores podem trabalhar com a venda de materiais de nicho para ganhar dinheiro na internet. Um exemplo é a criação de um portal com conteúdos específicos ou até mesmo a venda de assinaturas de cursos e tutoriais on-line.
Locavorismo
O locavorismo, isto é, a prática de adquirir alimentos produzidos apenas por produtores ou pequenos negócios da região próxima à casa do consumidor também aumentou no período da pandemia, já que as pessoas passaram a se deslocar o mínimo possível. Com isso, os consumidores passaram a consumir alimentos mais frescos e, consequentemente, contribuir com práticas mais sustentáveis e a fortalecer as micro e pequenas empresas locais, conforme as campanhas do Sebrae: Ajude o Pequeno e o Mercado Azul.
Videogames e gamificação
O confinamento também fez crescer a venda de videogames e produtos relacionados. Só na loja virtual OLX, a venda desses produtos cresceu mais de 40%, com jogos para todas as idades. Para os varejistas, entrar no mercado de games é uma ótima opção. O empreendedor que tem uma rede de contatos fora do país pode se sair ainda melhor, já que ele poderá importar games e vendê-los por um preço adequado à realidade brasileira.
Esse sucesso gerou até mesmo práticas profissionais como a gamificação, estratégia que usa mecânicas e características de jogos para engajar clientes. Uma forma de fazer isso é adotar um sistema de acúmulos de pontos à medida que o cliente adquire mais produtos, premiando os consumidores mais fiéis e incentivando outros leads a buscarem sua marca.
Outro exemplo é contar com a ajuda de desenvolvedores para criar um aplicativo próprio. Por meio dele será mais fácil medir o progresso dos clientes em sua interação com a marca. Com o app, o consumidor pode “passar de fase” toda vez que adquirir um novo produto ou serviço.
A gerente da Unidade de Soluções e Inovação (USI) do Sebrae Alagoas, Liza Bádue destaca que a pandemia acentuou o que já era tendência e que é preciso que o empreendedor mantenha essa mesma energia, seja preditivo e entenda quem é o seu cliente do futuro e onde ele estará.
“O empresário tem que se dedicar a estar nesse lugar que o seu futuro cliente estará. Essa é a sacada de ser ‘futurista’. A pandemia acentuou questões como: vendas com experiência, cliente no centro das decisões, agilidade, logística, propósito e qualidade de vida. As pessoas buscam tempo para viver. Tempo é o maior bem das pessoas e por isso, empresas com essas características digitais tendem a atender a necessidade de tempo do cliente”, finaliza.
Atendimento remoto e presencial
Devido ao novo coronavírus, os empresários da pequena empresa podem contar com o atendimento do Sebrae de forma remota e presencial. A equipe do Sebrae está mobilizada para atender as demandas dos empresários, que também podem contar com a estrutura de cursos online e gratuitos do portal EAD Sebrae com mais de 100 opções de cursos, basta acessar sebrae.com.br/cursosonline.
O empresário pode entrar em contato com a instituição pelos canais remotos e digitais, como o portal sebrae.com.br/alagoas, telegram t.me/sebraealagoas, whatsapp e Telefone 0800 570 0800, chat e e-mail fale.sebrae.com.br, instagram @sebraealagoas, twitter @sebraealagoas, facebook /SebraeAlagoas, youtube @sebraealagoas e o linkedIn Sebrae Alagoas.
Contato para a imprensa:
Assessoria de Imprensa do Sebrae Alagoas
Lívia Enders
(82) 99162-5416